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Viver bem com alimentos orgânicos

Por Nara Corona

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Ele nasce rasteiro, com frutos redondos, de casca que podem ser lisas ou enrugadas, com peso de até 4kg em média.

Sua polpa varia bastante de cor, de esbranquiçada  a amarelada, alaranjada, ou puxando para o verde. Varia de acordo com o tipo do fruto.

Muito conhecida por ser uma fruta hidratante, os números só confirmam, pode chegar a 90% de água do seu total, por isso são tão pesadas. É um alimento de baixo valor calórico, e ótima fonte de sais minerais como praticamente todos os vegetais e frutos rasteiros que se desenvolvem bastante próximos ao solo. Quanto mais amarelo-alaranjado for a polpa do fruto, maior a quantidade de vitamina A contido nele, uma das principais vitaminas dessa fruta. Um mineral que encontramos com facilidade no melão é o potássio.

Em função da baixa quantidade de fibras, a frutose presente nele se torna facilmente disponível. Resumido em claro e bom português: logo depois que comemos uma fatia de melão, o açúcar da frutose se mostra pronto para ser usado pelo nosso corpo e produzir energia, que é o que buscamos quando sentimos fome. Isso é o que se conhece como índice glicêmico, e por essa razão o do melão é relativamente alto.
Algumas pessoas se queixam de não digerir bem o melão, o que pode ser explicado pelo fato dele ser da mesma família do pepino, as cucurbitáceas.

No verão ele é uma excelente pedida, podendo ser fatiado no café da manhã, cortado em cubos acompanhando folhas verdes no almoço, ou até mesmo consumido no lanche com iogurtes. A principal sugestão para retardar a fome depois de comer um pedaço de melão, é acrescentar algum tipo de fibra como farelo de aveia por exemplo.

Bibliografia:

Características de cultivares de melão rendilhado cultivadas em casa de vegetação.
RIZZO, A. A. N.; BRAZ, L. T.
Horticultura Brasileira, Brasília, v. 19, n. 3, p. 370-373, nov. 2001

Tabela brasileira de composição de alimentos (TACO)
NEPA-UNICAMP.- Versão III. – 4ª ed.
NEPA-UNICAMP, Campinas, SP: 40-41, 2011

Cucurbitaceae Juss.
RAÚL POZNER
APORTES BOTÁNICOS DE SALTA - Ser. Flora, Buenos Aires. Nº 8, vol. 9, Octubre, 2010

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